De acordo com as projecções de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI), que acabam de ser divulgadas, a economia norte-americana vai crescer 2,8 por cento este ano, 0,2 pontos percentuais abaixo do que o FMI previa em Janeiro. O mesmo vai acontecer com o Japão, que crescerá 1,4 por cento, em vez dos 1,6 previstos inicialmente.
No caso do Japão, o FMI justifica a revisão em baixa com as fracas perspectivas de crescimento, na sequência do terramoto e do tsunami. A isso junta-se, tanto nos EUA como no Japão, a necessidade de redução dos défices orçamentais.
O FMI diz mesmo que os EUA são a única economia avançada onde o défice deverá aumentar este ano, quando comparado com 2010, apesar da recuperação económica.
Do grupo das economias avançadas, só o Reino Unido viu também ser revista em baixa a sua perspectiva de crescimento. A economia britânica deverá crescer 1,7 por cento este ano, menos 0,3 pontos percentuais do que a previsão de Janeiro.
As previsões do FMI apontam para um crescimento de 4,4 por cento da economia mundial este ano e 4,5 por cento em 2012, impulsionado sobretudo pelos países emergentes.
No contexto de consolidação das contas públicas e desemprego elevado, as economias desenvolvidas deverão crescer 2,6 por cento este ano e 2,4 por cento no próximo, enquanto os países em desenvolvimento crescerão 6,5 por cento em cada ano.
No caso do Japão, o FMI justifica a revisão em baixa com as fracas perspectivas de crescimento, na sequência do terramoto e do tsunami. A isso junta-se, tanto nos EUA como no Japão, a necessidade de redução dos défices orçamentais.
O FMI diz mesmo que os EUA são a única economia avançada onde o défice deverá aumentar este ano, quando comparado com 2010, apesar da recuperação económica.
Do grupo das economias avançadas, só o Reino Unido viu também ser revista em baixa a sua perspectiva de crescimento. A economia britânica deverá crescer 1,7 por cento este ano, menos 0,3 pontos percentuais do que a previsão de Janeiro.
As previsões do FMI apontam para um crescimento de 4,4 por cento da economia mundial este ano e 4,5 por cento em 2012, impulsionado sobretudo pelos países emergentes.
No contexto de consolidação das contas públicas e desemprego elevado, as economias desenvolvidas deverão crescer 2,6 por cento este ano e 2,4 por cento no próximo, enquanto os países em desenvolvimento crescerão 6,5 por cento em cada ano.
Resenha
Esta cada vez mais visível que a economia dos países de primeiro mundo esta em decadência, como Estados Unidos e Japão atual terceira grande potencia econômica, o decréscimo do mesmo é justificável, por conta dos recentes desastres naturais, Terremoto e o Tsunami.
Outros países da União Europeia como, Portugal e Grécia estão passando por dificuldades econômicas. Esta cada vez mais evidente que países emergentes como o grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) estão cada vez mais ganhando espaço no meio politico e econômico.
Quem tem a ganhar é a sociedade em modo geral, pois de certa forma diminui a desigualdade entre nações.
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Pequim - Depois de cinco anos de negociações, a China deverá fechar um acordo para a importação de carne suína brasileira durante a visita da presidente Dilma Rousseff ao país. Com o acordo, as exportações, que atualmente ficam em 600 mil toneladas ao ano, podem crescer 30% em três anos, avaliou o presidente da Associação Brasileira da Industria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto.
"A sinalização deles foi em direção a Cooperativa Aurora, de Santa Catarina, que está muito bem no relatório de análise, e a Cotrijui, do Rio Grande do Sul, que esta muito bem colocada", disse Neto sobre as empresas que deverão se beneficiar com o acordo. Conforme o presidente, 26 fábricas foram apresentadas ao mercado chinês.
Neto estava no hotel Shangri-la na tarde desta segunda (horário local) para participar do seminário "Fazendo Negócios com a China", promovido pela Confederação Nacional da Industria (CNI). O evento foi organizado para preparar o grupo de empresários brasileiros que irão se encontrar com o empresariado chinês nesta terça-feira, no Seminário Empresarial Brasil-China. A presidente Dilma devera fazer um pronunciamento na cerimônia de encerramento do Seminário.
Dilma desembarca no aeroporto de Pequim
A presidente Dilma Rousseff passou o primeiro dia de sua visita a Pequim no hotel onde está hospedada. Depois de um encontro com o CEO da empresa chinesa Huawei, Dilma tinha agenda pessoal na companhia da filha Paula. Membros da segurança disseram, no entanto, que a presidente cancelou os passeios e passou a tarde em reunião com membros da comitiva.
José Sérgio Gabrielli, da Petrobras, chegou ao hotel e juntou-se a comitiva às 18h (horário local). Está previsto um pronunciamento à imprensa ainda nesta segunda.
Resenha
Primeiro houve a visita do presidente dos estados unidos Barack Obama mês passado, com propósitos econômicos. Brasil e China fazem parte do BRIC, além dos já citados, participam deste grupo Russia e India, caracterizados por alto índice de desenvolvimento. Nesta viajem da presidente Dilma a China tem como proposito reforçar as alianças com a segunda potencia mundial.
O Brasil é um dos maiores exportadores de carne bovina, desta vez a China esta de olho no produto suíno. Com esta aliança aumenta ainda mais os olhares sobre estes países. Cerca de 300 empresários foram para a china em busca de negócios, apesar de enfrentar muitas dificuldades, pois os chineses tem uma economia muito fechada. A China importa minério e soja do Brasil, e exporta brinquedos e eletrônicos.
Contudo, esta aliança ambos saem beneficiados, principalmente o Brasil que irá reforçar o mercado de exportações.
Laércio "Desk" 3º T.I.