segunda-feira, 11 de abril de 2011

FMI revê em baixa perspectivas de crescimento para os EUA e o Japão



De acordo com as projecções de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI), que acabam de ser divulgadas, a economia norte-americana vai crescer 2,8 por cento este ano, 0,2 pontos percentuais abaixo do que o FMI previa em Janeiro. O mesmo vai acontecer com o Japão, que crescerá 1,4 por cento, em vez dos 1,6 previstos inicialmente.

No caso do Japão, o FMI justifica a revisão em baixa com as fracas perspectivas de crescimento, na sequência do terramoto e do tsunami. A isso junta-se, tanto nos EUA como no Japão, a necessidade de redução dos défices orçamentais.

O FMI diz mesmo que os EUA são a única economia avançada onde o défice deverá aumentar este ano, quando comparado com 2010, apesar da recuperação económica.

Do grupo das economias avançadas, só o Reino Unido viu também ser revista em baixa a sua perspectiva de crescimento. A economia britânica deverá crescer 1,7 por cento este ano, menos 0,3 pontos percentuais do que a previsão de Janeiro.

As previsões do FMI apontam para um crescimento de 4,4 por cento da economia mundial este ano e 4,5 por cento em 2012, impulsionado sobretudo pelos países emergentes.

No contexto de consolidação das contas públicas e desemprego elevado, as economias desenvolvidas deverão crescer 2,6 por cento este ano e 2,4 por cento no próximo, enquanto os países em desenvolvimento crescerão 6,5 por cento em cada ano.

Esta cada vez mais visível que a economia dos países de primeiro mundo esta em decadência, como Estados Unidos e Japão atual terceira grande potencia econômica, o decréscimo do mesmo é justificável, por conta dos recentes desastres naturais, Terremoto e o Tsunami.
Outros países da União Europeia como, Portugal e Grécia estão passando por dificuldades econômicas. Esta cada vez mais evidente que países emergentes como o grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) estão cada vez mais ganhando espaço no meio politico e econômico.
Quem tem a ganhar é a sociedade em modo geral, pois de certa forma diminui a desigualdade entre nações.

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