Os manifestantes, jovens em sua maioria e alguns desempregados, bloqueiam as vias que levam à Praça Tahrir com arame farpado desde sexta-feira, quando centenas de milhares de pessoas protagonizaram um dos maiores protestos do país depois da deposição de Hosni Mubarak em 11 de fevereiro.
O Exército anunciara que a praça seria esvaziada, mas mantém distância desde a noite de sexta, quando não conseguiu retirar os manifestantes remanescentes.
Ativistas de direitos humanos acusaram os militares de uso excessivo da força. Fontes médicas afirmaram que 13 homens ficaram feridos a bala e dois morreram na violência do fim de semana.
Não havia indícios que sugerissem que o Exército se preparava para retomar o controle da praça na manhã de segunda.
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/04/11/manifestantes-egipcios-rejeitam-ordem-para-deixar-praca-no-cairo-924202613.asp?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
As manifestações e protestos perduram no Egito mesmo após a queda do ditador Hosni Mubarak em 11 de fevereiro, as divergências agora são sobre novas demandas que solicitam a um governo civil e o afastamento de autoridades corruptas do poder, os manifestantes não se omitiram nem com a presença do exercito.
É evidente que é graças a este clamor popular que providencias começaram a ser tomadas tanto no Egito como na Líbia e Tunísia que vivem situação parecida, a forca destes movimentos é indiscutível e promove a população uma força inquestionável, assim como a já conhecida “caras pintadas” aqui no Brasil temos que assinar em baixo de qualquer alternativa viável para um desenvolvimento justo e democrático em qualquer lugar do mundo.
Luís Henrique 3º T.I.
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